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Curtas & Lambadas

Moderação 0

02/05/2026, 23:08:39
Papel de música, contorcionismo, falsas aparências, traição na oposição é o que se pode dizer daqueles que vivem do sistema e se insurgem contra polvos, que nunca foram a cozinhar pelo sueco sem Michelin. Esta terra está cheia de alçapões, gente que vive amantizada com o poder, homologados para se fingirem da oposição mas dependentes do sistema.

03/05/2026, 2:32:47
Não sei se rio se choro. Quando jornalistas do Nacional decidem fazer estas cenas percebe-se que a clubite interfere no Jornalismo como interfere a política. Contudo, estes mesmos jornalistas não abrem as goelas para condenar as dezenas de milhões de Euros em campos de golfe, um desporto sem praticantes como o futebol, só porque esse é outro negócio de um dos seus proprietários do jornal, para lucrar com a promoção imobiliária à volta das infraestruturas criadas com dinheiro público. O futebol traz publicidade positiva à terra, envolve pessoas, projecta a formação dos jovens, e acarinha os estudantes madeirenses no continente. O Golfe é só para uma elite parasita. O Marítimo que já deu umas bofetadas no poder com a sua vitória, resta-lhe ir crescendo devagar e sustentado, através dos resultados, que lhe podem pelas competições e publicidade dar um futuro sem precisar do dinheiro público. Mas deve se lembrar quem só quer o desporto para promoção política, como muitas vezes aconteceu no Marítimo! Como desfiles descabidos em dia de futebol por candidatos e candidatas. Emancipação! Força Marítimo!


03/05/2026, 4:02:27
O Élvio Sousa é o mais acutilante elemento da oposição que temos. Tem uma carga de gente que o quer deitar abaixo, inclusive órgãos de comunicação social, pelo menos um, ao serviço do poder. Ultimamente, quiçá mal rodeado e aconselhado (se é que ouve) tem cometido erros. Eles servem para miná-lo. O grande problema do JPP são 3 anos sem eleições, é que o convencimento, a soberba e a surdez, podem provocar transformações no eleitorado que só vai perceber no dia do teste indesmentível, o dia das eleições. Já que ouvem tanto Jardim, era bom perceber como ele, para conseguir resultados eleitorais, abraçava tudo. É preferível ser Jardim a Albuquerque. Faço-me entender? Ainda assim, se o JPP é projeto de poder, qualquer dos dois é preferível como exemplo do que seguir os passos do PS. Faço-me entender de novo? Isto de trabalhar por um grupo Parlamentar com colaboradores que não veem mais além do que o seu lugar dá sempre para o torto. É como jogar para o empate porque chega... e acabar perdendo.

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