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O "gajo"

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á um "gajo" no Governo que apesar de ter páginas fixas no JM e DN de propaganda anda aflito, quanto ele mais se esmera para parecer grandioso está no patamar de tóxico do Sousa. Nas últimas prosas do "gajo" sobre o estado do nosso "mato", avançou que as críticas são uma “cabala política”, e, outros "gajos" que têm olhos na cara ficam parvos.

Nada dessa maravilhosa máquina de servir oligarcas que dão a cheirar o PIB chega ao madeirense, antes ele vê tudo mais caro, de ser incapaz de comprar e pagar casa, de ver a arrogância do Albuquerque a dizer para despejar em 24 como se todos nós tivéssemos material de borla, obra de borla e IMI baixíssimo. Assim o dinheiro rende num ordenado alto que com certeza chega um "cheirinho", agora de ordenados baixos com esta loucura de preços a conversa é outra.

Percebo os ataques ao Madeira Opina, é o único a dizer o que se passa pela voz da população, irrita qualquer gajo que lucra com a nossa terra a sangrar nos naturais da ilha, natureza e ambiente. Cego é quem se nega a encarar a realidade e prefere esconder-se atrás de lérias para desvalorizar um estrago ambiental que está mesmo ali à vista de todos.

A fustigação do pessoal em cima da Laurissilva nunca esteve tão alta, alguém tem dúvidas? Já passou das marcas e há muito que rebentou o limite do juízo. Tanta "carga", se parava numa operação stop da GNR já ficava ali com multa. Quem racha as levadas, quem deita o olho à natureza e quem sente a ilha, topa logo que aquilo está tudo a definhar, os bichos, as plantas e até o mar sofrem com uma exploração à balda e sem freio nenhum. Eles próprios dão mau exemplo, proibiram drones na serra e agora vão vigiar com drones a serra, os drones oficiais já não "chateiam" as aves? É preciso coerência. Já não há sossego na serra.

Falta de unhas e tino neste governo, anda tudo desvairado e os amigos dependentes do emprego a fazer coro desesperadamente. É preciso "gajo" novo no Turismo, Ambiente e Cultura, do turismo estamos a falar e acrescento que os eventos estão a ficar com uma qualidade paupérrima, do Ambiente também estamos a falar e da cultura, rachar portas da Sé como quem racha lenha não é a mesma coisa... e a secretaria fecha os olhos. É preciso outro para travar e emendar este desastre, que é de deixar a gente de orelha em pé. É muita parra e pouca uva, muita propaganda e pouca obra feita. Faz lembrar aquele "palheiro", o galo mais barulhento do galinheiro, que canta muito mas não vale um caracol, só exibe as penas ao sol.

O "gajo" ou "bardamerda", como quiserem imitar, vai ficar riscado na história como um dos grandes culpados pela ruína de um património que não há igual no mundo. Um "mato" com milhares de anos, um destino que já foi espelho na Europa e no mundo pela qualidade, pela pureza e pelo equilíbrio, agora sacrificado por causa dos números, da enchente de gente e do lucro que entra na hora. O pau mandado está a destruir a Madeira e os madeirenses.

A nossa qualidade de vida, o asseio da natureza, a defesa do que é nosso e o próprio nome da Madeira foram encostados para o canto. Aqui a comunicação social está presa ao dinheiro de subsídios, mas os jornalistas de fora vão ocupar o lugar da critica com notícias, no Madeira Opina é por opiniões como a minha. E o pior é ver esta teimosia e vaidade política continuar, sem dar o braço a torcer ou mudar de rumo. Pior ainda é este coro de imbecis a olhar para o umbigo sem pejo de destruir a Madeira.

Cego é aquele que não quer ver. Burro é o gajo que vai na conversa de um “sucesso” enquanto o empurram para o precipício. E carneiro é o que se contenta com quatro murchos de erva que apanha no meio das calhaus.

O Albuquerque é igual ao "gajo", mas quando tiver que salvar a pele eu sei quem vai perder o pé esmo com toda a propaganda do mundo, porque o madeirense sereno está a acabar com esta bagunça toda. Parece que nem na secretaria gostam do gajo, o episódio da Assembleia é todos os dias no trabalho.

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