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A sintonizar estações...

No "róda" vai de arrastos.

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E

 eis que temos mais um momento Eduardinho nas nossas vidas, vemos os estafermos dos turistas lembramo-nos dele, vemos carros de rent-a-car lembramo-nos dele, vamos estacionar lembramo-nos dele, vamos ao supermercado lembramo-nos dele, vamos arrendar ou comprar casa lembramo-nos dele, temos falta de água lembramo-nos dele, vemos lixo por todo lado lembramo-nos dele, é um omnipresente nas nossas vidas. Todos nós amamos este indivíduo, só pode ser amor, porque não temos qualquer interesse nele.

E eis que acontece mais um flagrante que só quem não anda na rua não vê dos estafermos turistas. Ai pode não ser, pois, se nós brincamos aos exames também podemos ter o passatempo de rodar trolleys de mota. É uma elasticidade viária.

Temos que ver sempre pela positiva, nós não trocamos bom turismo por turismo rasca, pé descalço ou com falta de etiqueta, cá nada, trocamos por gente que anda de low cost porque sabe fazer render o dinheiro, é sonho de qualquer um correr para apanhar o melhor lugar dos económicos.

Nas motos é a mesma coisa, chega o rasca e pensa, se posso alugar uma mota porque não em vez do carro, sai mais barato, e depois, como se chamam aquelas rodinhas laterais das bicicletas das crianças? Essas duas rodinhas ao lado da roda principal traseira são normalmente chamadas de rodinhas de apoio, rodinhas de treino ou rodas de aprendizagem, rodinhas de equilíbrio ou simplesmente rodinhas da bicicleta, seja o que for, se não "róda" vai de arrastos. A nossa rede viária é uma casa de loucos porque entrou como em tudo na elasticidade. Mal empregado a fisga não se soltar e te dar na testa já que tudo o que dizem és de gelados na testa.

Há dias, saiu foto disso, foi no Leroy Merlin, à saída dei com outra elasticidade, um veículo de rent-a-car com tenda ocupava 3 lugares porque também tinha mesa para almoçar e zona de estar. Quando vi pensei que era uma exposição da grande superfície, o segurança intimidado a olhar para a quilo disse logo: - não é nosso. Mas não posso fazer nada, só chamar a superiora. Ainda lhe perguntei se era "madre" pela caridade. Também perguntei se os espaços também estavam disponíveis para festas de crianças. Com jeito, e por este andar, qualquer dia os estacionamentos servem para tudo menos para carregar compras.

Um dia dá-se o acidente, não temos culpa, vamos nos passar e vai ser o nosso fim. Portanto, mostrem todos o turismo do Eduardinho nesta terra. Quando é que ele vai embora? Ainda vai participar na construção de arranha-céus de AL's?

Há dias um amigo perguntava se esta gente na sua terra é assim. Claro que não, lá há lei, autoridades e câmaras de vigilância, aqui são uns intocáveis, são clientes e não há lei. Vêm de férias para isso...

Vou tomar um cházinho. Está cada vez mais difícil suportar esta terra de imbecis. Estas cenas já são um clássico das nossas estradas, qualquer dia vão para exposição na Quinta Magnólia. Meio milhão resolve isso.

Nota: como o Albuquerque nunca vai ter culpa, quando isto aquecer como no Caniçal ontem, já sei quem vai ser o culpado no Governo, mas podemos andar mais depressa com isso? Já não se pode.

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