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A sintonizar estações...

Rico com problema de pobre.

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A

o que parece, alguns ricos, não por ser a medida acertada para preservar a paisagem e aquilo que nos diferencia, o tal presépio, começam a equacionar os arranha-céus de Albuquerque, o alucinado, que agora são tão bons como a aquacultura, só porque lhes pode estragar a vista e o investimento. Começam a pensar que, de repente, estes seus amigos podem tornar a sua quinta ou vivenda algo do tipo os proprietários da Avenida do Infante, onde se destruiu a sobriedade, e se obteve sombra, com o Savoy Palace à frente, a tapar tudo, coisa que qualquer besta obreira pode fazer porque é o Governo não eleito desta terra, com seus políticos e governantes, também eles tapetes e vassalos, da ditadura do dinheiro que sempre pinga alguma coisa.

Todos querem mostrar poder, viver em altura por cima dos outros, como já se vê na sociedade, pouco importam o efeito das gambiarras de Natal no presépio do anfiteatro, ou fogo de artifício (os ricos vão vender bilhetes para festas nos rooftops?), a paisagem que se vê ao sair do túnel da Cancela para o Funchal. Ser elite é ser uma besta egoísta que enxerga pouco.

Miguel faz esta pergunta porque sabe o que a casa gasta, é tudo muito bonito no início, muito justificado e ponderado, aí é só numa zona plausível, muito lógico e cheio de argumentos sãos, com os sonsos interesseiros de opinião a favor, com os jornalistas-tapete desta região, onde se limpam as botas das obras, seus funcionários, que tudo fazem, como as prostitutas mas "básicas", sonhando com um cargo de assessor.

O verdadeiro objetivo é a ignição para o lóbi do betão estragar tudo, mais um filão na total betonagem da Madeira, porque aberto o precedente teremos as exceções em larga escala, como temos agora em todo tipo de aberrações mais térreas. O alucinado imobiliário é golfes, é defesa, como agora é arranha-céus. É preciso alimentar as bestas que dão cabo da Madeira e criam os problemas de propósito. O turismo massivo não foi para lhes encher os hotéis e para os magnatas do alojamento local? Uma forma discreta de hotelaria que arranjou maneira de crescer.

Os ricos começam a pensar no mesmo problema dos pobres, que têm menos direitos nos seus investimentos, porque todas as aberrações podem lhes acontecer em frente à casa, porque simplesmente são uns reles, uma escumalha do Povo Inferior da Madeira, do mesmo povo, mas sem governos camarários ou regional a governar também para si.

É por estas e por outras que concordo com aqueles que dizem que a violência está à porta, e que vai crescer, porque nada para esta gente, nada fiscaliza ou é Justiça, porque o poder é propriedade daqueles que não vão a eleições e os eleitos só zelam por eles. Neste momento, mais de metade do Governo trabalha para seus desejos e interesses exclusivos, na Economia com o colega de escola, no Turismo 2.0 que já desgraçou esta terra e que aprendeu a ser tapete com o desiderato do 1.0. Sem falar no alucinado que usa dinheiro público com eventos, infraestruturas e demais festas para se luzir à frente dos "sodomizadores", ai que gajo fantástico e bem mandado. São tipo os jornalistas em larga escala.

Façam arranha-céus que deixarão de ter serenos e dóceis para, ganharão inimigos que vos vão FODER. O madeirense está a mudar por sobrevivência, tiraram tudo, a Madeira, a dignidade, o respeito, a capacidade de viver com o dinheiro que ganham nesta terra covil de lavagens, tiraram tudo. Quando se tira tudo, não há nada que pensar e ter medo, não se perde nada, é para "limpar"...

Xenofobia, racismo, ódio, revolta, sim, todo partido tradicional que se acha dono do poder e do dinheiro público cria votantes extremistas, mas como querem ganhar o mais que podem enquanto dá, não se importam que a Madeira, que tanto amam na verborreia e narrativa, vá à merda. O dinheiro compra outros lugares que respeitam o ambiente e a paisagem, como tantos com iates e casas fora da vista no estrangeiro.

As elites da Madeira são os maiores porcos e inimigos dos madeirenses. Se eu fosse extremista, dava força a estas ideias, sorrateiramente, quando o teu "inimigo" está a errar não o atrapalhes... também sabem como lucrar politicamente. É que um povo quente e mais violento é uma excelente sementeira, tal como os arranha-céus podem chatear a vista das moradias e quintas dos ricos, mesmo ao longe, quando o obscurantismo dos políticos sodomizados pelo betão fizerem sombra será para sempre.

Meu sonho é levar um drone da banana cheio de merda e despejar no rooftop das bestas ricas da Madeira que nada respeitam. Porra, não dês ideias. Se é para matar de vez a Madeira, os pobres querem participar.

De vez em quando é bom sair dos ambientes da comunidade do Povo Superior para perceber o ambiente que existe na Madeira real. A violência vai se manifestar mesmo sobre os protegidos. Estão a tirar tudo aos madeirenses para enriquecer os verdadeiros inimigos da Madeira, as suas elites que tudo podem. E que nunca chega!

Na Madeira há um plano de prevaricações, tudo premeditado, para dar o passo seguinte, para cada problema uma solução a favor das bestas que verdadeiramente governam a Madeira. Uma crise eterna que enriquece sempre os mesmos. Uns portos monopólios, uns trilhos e levadas privatizadas, os monopólios de bares, de cafés, tudo tem um espaço protegido... até ao dia...

Quando é que as elites se comem umas às outras por ganância?

Miguel só quer saber se vão construir arranha-céus respeitando toda a elite, o esto não importa.

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