07/01/2026, 06:43:08 Reembolsos do IAS
Realmente, nós os madeirenses somos mesmo ignorados por este governo. Uma vez que temos que recorrer ao privado para consultas e exames, visto o serviço de saúde não ter capacidade de resposta, o que acontece aos reembolsos a que se tem direito? Meses e meses para processarem... desde Julho de 2025... e em Janeiro de 2026.. nada. Isto realmente é uma vergonha. De que serve pagarmos impostos,? Cada vez mais, nós madeirenses perdemos direitos. É tudo para turistas, "amigos", campos golfe. Revoltante.
07/01/2026, 09:25:11 A insensibilidade social de Albuquerque é igual à de Passos Coelho
O números que colocariam a nu as políticas de Miguel Albuquerque são escamoteadas, marteladas, evitadas e diluídas. A Madeira é uma mentira com muito entretenimento, enquanto alguns de enchem a valer e, tempos a tempos, dá-lhes a folia do fim do mundo quando parece que o regime vai cair. Quando se sentem seguros, tentam novas formas de angariar dinheiro par alimentar a máquina dos amigos do regime, alguns empresários e depois apetites particulares. Agora com o fim do PRR estão nessa perspectiva, qual o próximo "assalto". Entretanto, todo o social é descurado pela Saúde e pela Segurança Social, se repararem os eventos são tretas, não políticas práticas que cheguem às pessoas. Uma das formas de evitar a prova dos factor é evitar que as pessoas acedam aos meios e subsídios, nomeadamente com idosos, doentes, desempregados, na pobreza, depois criam a raiva populista sobre os necessitados, tornando-os todos abusadores de RSI de esplanada a tomar café. Tudo o que é social dá barraca, é cortado, não é acessível, os negócios do betão nunca falha! A última barraca é nova barraca no subsídio social de mobilidade, paga tudo para ricos e o maior devedor do país, o Governo Central/Regional, ao qual as companhias aéreas se esquivam a colocar um devedor fora do subsídio. Assim, todos os transportes subsidiadas não deveriam ter a mesma bitola, ou é só para a Madeira e Açores? Já podemos entrar no edifício entre a Rua da Carreira e das Pretas levantar o reembolso dos caloteiros há meses?
07/01/2026, 12:49:21
As alterações ao Subsídio Social de Mobilidade poderão resultar num aumento significativo do custo final das viagens aéreas para os residentes da Madeira e dos Açores, dificultando ainda mais o acesso ao transporte entre as regiões autónomas e o continente. O alerta é deixado por Pedro Araújo, administrador da agencia de viagens Bravatour, que analisou de forma prática o impacto do novo modelo. (...) a redução do esforço financeiro imediato, a nova fórmula de cálculo pode traduzir-se, na realidade, em preços finais mais elevados, sobretudo em períodos de maior procura, como o Natal ou o verão. “Com esta alteração, aquilo que se vai verificar na prática é o aumento do custo no preço final, dificultando ainda mais o acesso às viagens”, afirmou. (...) Num cenário em que uma viagem de ida e volta custa 700 euros, valor comum em épocas altas, no modelo anterior o passageiro adquiria duas viagens subsidiadas, pagando 79 euros por cada uma, num total de 158 euros. Com o novo modelo, e admitindo que uma das viagens custa 300 euros e a outra 400 euros, o cálculo altera-se substancialmente. Embora o valor base pago pelo passageiro seja de 39,5 euros por cada percurso, o novo teto de 200 euros por viagem “one-way” implica o pagamento adicional da diferença sempre que o preço ultrapassa esse limite. Assim, no percurso de 300 euros acrescem 100 euros, e no de 400 euros mais 200 euros. No total, explica o agente de viagens, o passageiro acabará por pagar 379 euros pela mesma viagem, mais do dobro do valor anteriormente suportado. “Uma viagem que antigamente custava 158 euros passa agora a custar 379 euros, o que representa um acréscimo muito significativo. (link)
As alterações ao Subsídio Social de Mobilidade poderão resultar num aumento significativo do custo final das viagens aéreas para os residentes da Madeira e dos Açores, dificultando ainda mais o acesso ao transporte entre as regiões autónomas e o continente. O alerta é deixado por Pedro Araújo, administrador da agencia de viagens Bravatour, que analisou de forma prática o impacto do novo modelo. (...) a redução do esforço financeiro imediato, a nova fórmula de cálculo pode traduzir-se, na realidade, em preços finais mais elevados, sobretudo em períodos de maior procura, como o Natal ou o verão. “Com esta alteração, aquilo que se vai verificar na prática é o aumento do custo no preço final, dificultando ainda mais o acesso às viagens”, afirmou. (...) Num cenário em que uma viagem de ida e volta custa 700 euros, valor comum em épocas altas, no modelo anterior o passageiro adquiria duas viagens subsidiadas, pagando 79 euros por cada uma, num total de 158 euros. Com o novo modelo, e admitindo que uma das viagens custa 300 euros e a outra 400 euros, o cálculo altera-se substancialmente. Embora o valor base pago pelo passageiro seja de 39,5 euros por cada percurso, o novo teto de 200 euros por viagem “one-way” implica o pagamento adicional da diferença sempre que o preço ultrapassa esse limite. Assim, no percurso de 300 euros acrescem 100 euros, e no de 400 euros mais 200 euros. No total, explica o agente de viagens, o passageiro acabará por pagar 379 euros pela mesma viagem, mais do dobro do valor anteriormente suportado. “Uma viagem que antigamente custava 158 euros passa agora a custar 379 euros, o que representa um acréscimo muito significativo. (link)
E já falhou a plataforma: Nova plataforma para acesso ao subsídio de mobilidade disponível na quinta-feira (link)
