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É preciso almoçar menos com os deputados do PSD-M e alcançar mais a realidade, o DN-M que está em campanha de assinaturas com os seus moralismos deveria saber que isto é falso, porque os projetos nas escolas não dependem dos Conselhos Diretivos, dependem dos docentes e não docentes que estão colocados nas escolas, se os projetos dependerem das direções seria impossível concretizarem algum!
Se assim fosse as Autarquias não teriam planos de execução ou atividades sempre que o limite de mandatos acontecesse. É uma desculpa estúpida, para manter uma relação de poder antiga e nada inovadora, que mantem os docentes de quadro mais antigos a beneficiar de horários onde não trabalham as sextas e segundas, etc.
Se os mais velhos têm uma redução de horário, dá para dia sem componente letiva. E isso não tem a ver com as direções, é essencialmente por quem faz os horários. A inovação não se faz por manter projetos que não apresentam resultados, mas sim por mérito e isso será assegurado por decisão da comunidade escolar e educativa!
Porque há tanto medo em limitar mandatos... é o PSD ou os diretores que já não sabem dar aulas, é o vínculo da fidelidade? Na Madeira não há rotatividade, alternância, nada? E são inovadores? Ou cristalizam com gangues disto e daquilo?
Os mais antigos têm medo da mudança, as vitimas são os mais novos, docentes, não docentes e os... alunos. Os resultados escolares demonstram isso. Mas também há tantos novos com o rei na barriga, querem tudo... eles têm de fazer o percurso que muitos mais velhos já fizeram e não procurar atalhos de proximidades e poder. Há de tudo em todas as idades, mas há uns novos que serão ditadores quando subirem na carreira.
