Uma doença que destrói a alma desportiva.
N ão se fale aqui de clubes, falemos apenas na política desportiva na RAM, uma anedota, como o, é a politica de incentivo, á subsidiodependência, ao estilo de rendimento mínimo elitista, alaranjado, pelos elevados serviços prestados ao partido.
Tudo gira na RAM à volta da reeleição continua e regular do PSD-M para governar. Logo todas as políticas de apoio estão focadas nesse objectivo.
Nos últimos anos o PSD-M foi contaminado pelo vírus "larajum sodomus", a cópula interna de adversários acabaram por sodomizar tudo, um partido que virou “gaiola das malucas”, nada que AJJ já não tivesse classificado, a ALRAM e a sua maioria, como bando de loucos. Mas foi ele que criou o Adão e a Eva laranja e esse bando de tresloucados.
Em 40 anos os clubes na RAM, foram alimentados com dinheiro dos contribuintes, o que interessava era manter as massas associativas e votantes disciplinados e contentes “com o seu governo, as 40 vitorias de AJJ foram assim todas planeadas ao pormenor, numa democracia programada e na qual todos sabiam quem sucedia a quem, e o preço que teriam de pagar.
Os clubes de futebol, ao longo da sua existência, têm os seus êxitos mas também os seus insucessos, e tal deriva da competitividade entre eles, é até imoral que num pais, e no futebol, aconteça ora Benfica ora Porto e algumas raras vezes o Sporting ganharem, como na politica, ora PS ora PSD com ou sem reforços, para garantir maiorias absolutas. A fibra dos seus lideres determina, em muito, os seus sucessos.
São imorais os apoios dados pelo Governo Regional aos clubes de futebol? Não são.
Mas são sim imorais quando utilizados para promover a manutenção de clubes na primeira liga, alguns sempre no “borden-line” da descida, assim, como pagar salários a dirigentes desportivos que fazem carreirismo no futebol, e enquanto braços armados comandados pelo poder politico, que sabe que os adeptos contentes são eleitores fidelizados.
Não é só no futebol que o partido do governo e o atual governo regional, à semelhança dos seus antecessores, “mete a sua colher” e alimenta na boca muitas associações, ditas de solidariedade social, apenas com intuitos eleitoralistas e de reeleição. Não tivesse sido AJJ um especialista em psicologia militar.
No futebol, os clubes têm de ser autossuficientes, têm de produzir lucro económico e social e é apenas no lucro social que podem aspirar a apoios governamentais, apoios esses devidamente regulamentados e fortemente monitorizados.
Esse é o caminho para exigirem apoios vindos do dinheiro dos contribuintes, dinheiros dos impostos que se retiram das famílias. O governo não é dono do dinheiro, só o tem se o tirar da mesa e do rendimento das famílias, e isso na RAM é um bailinho, com um governo que sempre criou dívida para que as famílias madeirenses paguem com impostos, subtraídos dos rendimentos do seu trabalho. Só por isto é imoral e configura um roubo, os apoios que os governos dão aos clubes, as suas SADs, parecem as sociedades de desenvolvimento, neste caso desportivas, ao estilo do governo regional, todas falidas.
Portanto, é preciso repensar o apoio aos clubes? Sim é, mas tal deverá ser urgentemente feito e não porque o Marítimo desceu de divisão, mas sim por respeito aos contribuintes e pelo seu esforço em pagar impostos.
Não metam política nos clubes, eles nunca mais crescem como clubes, e passam apenas a ser uma extensão de partidos ao estilo dos TSD e das centrais sindicais fortemente controladas pelos partidos.
A Madeira tem de acabar com estas brincadeiras.
Enviado por Denúncia Anónima.
Quarta-feira, 14 de Junho de 2023
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