Os fracos hábitos de leitura fazem a sabedoria de suposições


S omos muito vadios para ler e de relance já retiramos o sumo de tudo, somos versados no assunto e produzimos opinião sem pingo de conhecimento, porque levemente é suficiente para brilhar com uma laracha. Existe nas redes sociais alguns indivíduos que se fazem engraçados com bocas, sem nunca ler os textos, muitos dessa estirpe têm objetivos políticos para puxar a brasa à sua sardinha ou ridicularizar. Contam que uma outra parte não se dê conta da fraqueza dos argumentos e da estupidez através do tom jocoso superior. No entanto, a atitude demonstra uma desqualificado para observar e adjetivar. No fundo temos terroristas tal como outros que vemos na TV que sabotam os debates, importunando quem fala a sério. Enquanto houver gente que valorize isto, eles terão sucesso, ou quem os convide! Nas redes sociais isso é livre e temos que aturá-los.

Portanto, a outra parte deveria estar informada e ser justa, outra batalha. Pedir isto à generalidade dos madeirenses é como pedir aos nossos líderes políticos para respeitarem os mérito das pessoas. Enquanto não se nivelar por cima teremos uns atrevidos de sucesso, nivelar por cima gera escrutínio e crivo. O problema reside em quase todos, pela falta de hábitos de leitura para serem competentes e qualificados. Existe excesso de informação, devemos escolher mas daí até não ler nada é outra conversa. Continuamos a cair nos hábitos de leitura, o que é assustador na sociedade. Os alunos marram, querem resumos, não aprendem a estudar e já tudo é uma maçada, querem convívio e não valorizam a cultura geral onde a fonte é a leitura, enquanto instrumento de crescimento pessoal. 

O que se valoriza hoje em dia são os desafios nas redes sociais, as pessoas estão interessadas na conversação de desafio básico porque é aquela que todos dominam. Basta analisar a futilidade das publicações com mais reações.

A leitura, o hábito de leitura, é muito importante para o desenvolvimento cognitivo, ou seja, resolver dúvidas para ser mais capaz de decidir, é um processo de aprendizagem e de catalogação do conhecimento. Uma coisa é um gabarolas terrorista da palavra que, pelo gozo se impõe, mas não sabe nada, até porque não precisa para o público que tem ou o coro que o segue. Outra é ter um indivíduo que desenvolveu a sua capacidade de raciocínio, análise e debate sobre os mais variados assuntos, mas que apanha um terrorista que não quer ir por aí. Interessa-lhe desconversar e ser herói do sound bite.

Por aqui se vê que Povo Superior é simplesmente um terrorista da palavra que lhe falta um grande salto cultural, que age sob proteção de outros graçolas que defendem o ambiente onde sobrevivem. 

Fui buscar este assunto porque houve 4 publicações no CM que trouxeram muitas dúvidas nas pessoas, porque foram bem explicados e surgiram patetas alegres de construtoras e os tais terroristas da rede. Por eles, pela política que os alimenta ou pelas empresas da máfia, tudo isto fica como está até ocorrerem mortes porque as obras estão mal idealizadas e vão matar ... mais cedo ou mais tarde.


As pessoas não têm a paciência, gosto e apetência para descobrir neste ambiente de consumo rápido e da novidade. Há várias tentações lúdicas. As pessoas gostam de "comprar feito", vaguear sem maçadas, estão muito mal habituadas. É preciso incentivar a leitura "ensinando a ler", mais do que fazer feiras. Comece pela leitura de assuntos que gosta, crie metas para o dia, semana, mês, etc, por páginas e livros. Quando estiver em velocidade de cruzeiro e tomar gosto, vai se rir com o seu passado e o que perdeu. Crie um espaço para leitura, naturalmente sem obras ao pé nem batuque de tasca, confortável e com boa luz, instale-se no prazer para ler. Fale com pessoas que gostam de ler, informe-se dos livros que gostaram.

Deixe a graçola e aprenda, no caso dos links que deixei, se a sua casa está próxima de uma ribeira já sabe que deve se preocupar e não ir na conversa do GR e da política.

Enviado por Denúncia Anónima.
Quinta-feira, 15 de Junho de 2023
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