Alberto, agora, quer um povo mais revolucionário.


Jardim, o revolucionário de esquerda, nunca é tarde.

J ardim fora da política até tem bom senso, mas acho que ele sabe que esta cena do Eduardinho, tirar a Madeira aos madeirenses e de precisar de "passaporte" para andar no sua terra, é coisa que vai sair cara ao PSD. Jardim tem faro político e já se pôs do lado dos madeirenses, de quem vota. Porque sim, existe duas Madeiras para os madeirenses. Não nos esqueçamos que os militantes do PSD também vão ter de se registar e isto começa a molestar. Por outro lado, o que pretende Eduardinho, mais uma base de dados para explorar em eleições?

Eduardinho é pequenino, não é político, é um betinho ditador como felizmente já viram na ALRAM, é das tais crianças ricas que se acham mais do que os outros, está cada vez mais isolado com o seu DN a debitar propaganda. No PSD-M sabe-se que Eduardinho não é de respeitar os seus funcionários na secretaria e, voltamos ao exemplo da ALRAM. Eduardinho corrói o PSD-M por dentro, Jardim é de cara mais um que não gosta de Eduardinho, não tem escola política para o futuro que lhe encomendaram. Ele já foi o escolhido e Calado "cambado" está invejoso. Todo gás na Justiça, porque o tempo voa...

Ao apelar à “legítima resistência civil”, Jardim enquadra o novo modelo de controlo de acessos aos percursos pedestres não apenas como uma medida técnica ou ambiental (por problemas criados pelo Eduardinho), mas como uma restrição simbólica à liberdade de circulação e à relação histórica dos madeirenses com o território. O peso do discurso de Jardim resulta tanto do conteúdo como da autoridade política e histórica de quem o profere, sobretudo por ter sido sob os seus governos que essa rede de percursos foi estruturada, porque sabe que quando Albuquerque e sua entourage falham... ele lucra. Vem buscar o lucro.

Jardim, tal como muitos textos publicados no Madeira Opina contra o Eduardinho, mostra a confusão de quem não estuda as políticas para implementar e vai somando barracas, limites pouco claros, vagas não anunciadas, mensagens contraditórias. Há um desfasamento entre intenção e perceção, zig-zags de incompetente, medidas justificadas pela gestão e conservação ambiental são sentidas por parte da população como burocráticas, discriminatórias ou excessivas. Na sequência de um Governo que não governa para os madeirenses. Jardim percebe que o populismo num instante dispara.

Jardim usa ação psicológica, a instrumentalização do conceito de “resistência civil” é um alerta político e mobilizador, mais do que como convite explícito à desobediência. Jardim/ a notícia destaca as declarações mais dramáticas, o que acentua a tensão política e contribui para polarizar o debate público. Ao mesmo tempo, mostra que já existe contestação social organizada, ainda que pacífica.

Amigos, quem sabe ler a notícia também sabe que a notícia retrata menos uma crise constitucional efetiva e mais um choque de narrativas, de um lado, a gestão regulada do espaço natural, do outro, a defesa de uma vivência livre do território. O desfecho dependerá menos da retórica e mais da capacidade do poder político em corrigir excessos, esclarecer regras e envolver a população nas decisões. Agora uma coisa é certa este governo não governa para os madeirenses, governa para os seus empresários e para uma estratégia de privatizar tudo para que quando o PSD sair do poder iniciar um movimento de chantagem.

Mas o que é uma resistência civil? Petições, abaixo-assinados, cartas abertas e intervenções em consultas públicas? Pedidos de esclarecimento, requerimentos formais e uso do direito à informação? Impugnações administrativas e ações judiciais quando existam fundamentos legais? Manifestações pacíficas e vigílias, devidamente comunicadas às autoridades? Caminhadas simbólicas, concentrações e atos públicos de sensibilização? Boicotes cívicos? Artigos de opinião, debates comunitários, sessões públicas? Uso responsável das redes sociais para divulgar factos, argumentos e experiências pessoais Esclarecimento dos direitos e deveres dos cidadãos? Criação de movimentos ou plataformas cívicas com objetivos claros e transparentes? Articulação com associações, sindicatos ou ONGs? Coordenação com autarquias e representantes eleitos sensíveis às preocupações da população? Desobediência civil? Sempre não violenta, proporcional e assumindo as consequências legais?

Jardim quer confusão com um povo que ele próprio tornou inerte! Mas, a resistência civil eficaz não é confrontacional no sentido físico, mas persistente, organizada e fundamentada, procurando corrigir decisões através da pressão cívica legítima e do fortalecimento da democracia.

Jardim deu mais razão ao ... Madeira Opina! "Lume" neles todos!