Curtas, do Elvis ao padre no Golfe até a motoserra no pescoço.


28/08/2025, 8:13:48

Como ainda não vi a Igreja no golfe do regime, quero contar uma anedota a ver se a Igreja pode ir abençoar as negociatas do golfe. Cá vai:

Um padre está a jogar golfe e três freiras estão a assistir.
O padre faz o seu swing, falha a bola e grita:
- F0d@-s€, falhei!
As freiras ficam muito atrapalhadas, levam as mãos à boca e uma delas diz:
- Ai, senhor padre... Não devia dizer essas coisas!
O padre não lhes liga nenhuma, tenta novamente, falha outra vez e torna a gritar:
- F0d@-s€, falhei!
Uma vez mais as freiras ficam todas indignadas e uma delas diz-lhe:
- Senhor padre, olhe que Deus castiga...
O padre dá nova tacada e torna a falhar a bola, gritando outra vez:
- F0d@-s€, falhei!
As freiras benzem-se e uma delas começa a dizer:
- Padre, olhe que...
Nisto, um relâmpago enorme atinge as freiras, deixando-as completamente chamuscadas, e ouve-se uma voz grossa e ecoante vinda do Céu:
- F0d@-s€, falhei!

28/08/2025, 9:29:28
Eu passava a motoserra não pelas canelas, mas pelo pescoço de muitos na Madeira que não respeitam árvores, não há lei na Madeira, vi o vídeo que puseram (link), todos têm uma justificação, mas nenhum uma solução que preserve o ser vivo. Não merecemos a natureza que temos, atacamos por todos os lados

28/08/2025, 13:29:48 Agora é que vai ser soprado… mas só até rebentar o balão.
A candidatura de António Gonçalves em São Vicente procura desesperadamente ganhar um novo fôlego — literalmente. Com o saxofonista Elvis Sousa como mandatário, agora sim é que vai ser tudo soprado, enchido e afinado. O balão vai encher de ar, de promessas e de suspeitas. Para não falar das ameaças, constantes, diárias, uma música pesada que já não mete medo a ninguém. Mas parece que ainda não chega: só falta trazer o bombo da festa, os ferrinhos e o trombone para completar a banda filarmónica da política local. E no final, claro, a marcha fúnebre — porque esta candidatura, entre negociatas mal explicadas, ameaças de bastidores e a novela das grutas a serem concessionadas ao “Preto”, mas só depois do governo lá gastar milhões, está mais para cortejo fúnebre do que para concerto. E tudo isto porque, em vez de programa, há sopros. Em vez de soluções, há insultos em dó maior. E em vez de rumo, há apenas ar quente. No fundo, não têm fôlego porque o povo já perdeu a paciência.


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