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A democracia não vive de ruído. Vive de escolhas. Milhares de cidadãos escolheram votar. Outros escolheram confiar. A todos, fica um agradecimento claro e direto. Votar é um ato simples, mas nunca é um ato pequeno. É aí que começa a legitimidade.
Há um agradecimento especial a quem votou em António José Seguro. Esse voto não foi um gesto vazio. Foi uma afirmação. Uma escolha por seriedade. Por estabilidade. Por respeito pelas regras comuns. Num tempo de excessos e improvisos, essa escolha tem peso político e valor cívico.
O resultado da primeira volta fala por si. Primeiro lugar a nível nacional. Passagem à segunda volta. Não é um troféu. É um sinal. Um sinal de confiança. Um sinal de responsabilidade. O eleitorado mostrou que prefere firmeza à histeria. Método ao acaso. Equilíbrio ao espetáculo. Quando muitos falam alto, a maioria respondeu com lucidez.
A segunda volta não é uma repetição. É um momento novo. Exige união. Exige calma. Exige determinação sem gritos. É aqui que o voto deixa de ser apenas apoio e passa a ser compromisso. Um compromisso com uma Presidência que não divide, não provoca, não governa por impulsos. Uma Presidência que observa, pondera e age quando é preciso.
Uma República forte não precisa de salvadores. Precisa de guardiões. Precisa de alguém que saiba medir as palavras, pesar os atos e respeitar os limites. A autoridade moral não se impõe. Constrói-se. Com coerência. Com constância. Com respeito pelas instituições e pelas pessoas.
Há quem confunda liderança com barulho. Há quem confunda força com agressividade. Mas a política, como a vida, pede proporção. Pede harmonia. Pede sentido de medida. Quando tudo parece instável, a estabilidade torna-se uma virtude política. Quando o ruído cresce, a serenidade torna-se um ato de coragem.
A 8 de fevereiro de 2026, a escolha será clara. Reforçar este mandato é reforçar a democracia. Alargar este movimento é alargar a confiança. Eleger António José Seguro é escolher um Presidente que serve, não que se serve. Um Presidente que une, não que separa. Um Presidente que respeita a República Portuguesa com independência, equilíbrio e autoridade moral.
A decisão está, mais uma vez, nas mãos dos cidadãos. E é aí que deve estar.
