Q ue Presidente queremos para Portugal? A pergunta é simples. A resposta exige coragem. Um Presidente não é um animador, não vive de likes, não governa aos gritos. Um Presidente é Estado. É equilíbrio, dever e autoridade moral. É o último travão quando o poder descarrila.
Por Presidente entende-se o Chefe de Estado eleito por todos. Não governa o dia a dia. Vigia. Modera. Garante a Constituição. Nomeia o Primeiro-Ministro. Pode dissolver o Parlamento. Veta leis injustas. Fiscaliza abusos. Representa o país. Quando tudo falha, segura a linha. Isto não é espetáculo. É responsabilidade.
Portugal é um sistema semi-presidencial. O Governo executa. O Presidente vigia. Confundir papéis não é erro: é truque. Quem promete “mandar em tudo” mente. Quem transforma Belém num palco ameaça a estabilidade. O cargo pede seriedade, não populismo; método, não medo.
Sem instituições fortes, a liberdade encolhe. Quando a liberdade encolhe, o ódio cresce. Vemos isso na política do insulto, na mentira repetida, no ruído das redes. O extremismo vive do caos. O populismo vive da raiva. A democracia vive da razão.
O perfil é claro, integridade, bom senso, diálogo, respeito pelos direitos humanos, defesa das minorias, neutralidade no exercício do cargo. Um Presidente une. Não divide. Não caça inimigos. Protege todos, jovens, idosos, trabalhadores, ilhas, minorias. A lei acima do ego.
Votar não é idolatrar líderes. É exigir carácter. É ordem contra o caos. É escolha contra o medo. Quem não vota entrega o poder a quem grita mais alto. A neutralidade, quando a democracia é atacada, não é virtude: é deserção.
O Presidente não governa; garante. O Primeiro-Ministro governa; responde ao Parlamento. Esta separação é a base da paz social. Sem ela, há abuso. Com ela, há estabilidade. Belém não é palco de likes. É o garante da Lei e o comando supremo das Forças Armadas.
Portugal não precisa de salvadores. Precisa de guardiões da democracia. Dizer não ao ódio e ao populismo é um dever cívico. Defender direitos e liberdades é um ato diário. No dia 18, participar é o mínimo. Pensar é obrigatório. Escolher com consciência é essencial.
A democracia não se herda. Exerce-se. Hoje. Agora. Juntos. Portugal é de todos. Escolhe carácter sobre espetáculo. Um Presidente a sério.
Que tipo de Presidente da República queremos para Portugal? A pergunta é simples. A resposta exige coragem. Um Presidente não é um animador, não é um palhaço mediático, nem um vendedor de medo. É uma figura de Estado. É equilíbrio, responsabilidade e autoridade moral.
Por Presidente da República entende-se, de forma clara, o Chefe de Estado eleito por todos, com poderes próprios e deveres exigentes. Não governa o dia-a-dia, mas garante que quem governa respeita a Constituição, a democracia e o interesse público. Nomeia o Primeiro-Ministro, pode dissolver o Parlamento, veta leis injustas, fiscaliza abusos e representa o país. Quando tudo falha, é o último travão.
Partimos de um facto simples: sem instituições fortes, a liberdade enfraquece. E quando a liberdade enfraquece, o medo entra. Daí a necessidade de um Presidente sério, preparado e independente. Não um extremista. Não um populista. Não um incendiário de redes sociais.
O sistema português é semi-presidencial. O poder é partilhado. O Governo executa. O Presidente vigia. Confundir estes papéis não é erro inocente: é manipulação. Quem promete “mandar em tudo” mente. Quem transforma o cargo num palco ameaça a estabilidade.
O perfil é conhecido. Integridade. Bom senso. Capacidade de diálogo. Respeito pelos direitos humanos. Defesa das minorias. Neutralidade partidária no exercício do cargo. Um Presidente une. Não divide.
Hoje, a democracia é atacada por discursos de ódio, mentiras repetidas e simplismos perigosos. O extremismo cresce onde a razão se cala. Neste momento, a neutralidade não é um valor: é um abandono. Quem não vota, entrega o poder a quem grita mais alto.
Votar é um acto de defesa. É ordem contra o caos. É escolha contra o medo. É responsabilidade colectiva. Não se trata de idolatrar líderes, mas de exigir carácter. Não se trata de raiva, mas de lucidez.
Portugal não precisa de salvadores. Precisa de guardiões da democracia. O Presidente da República deve ser isso mesmo: um garante da lei, da estabilidade e da dignidade comum.
Hoje, dia 18 de Janeiro, o dever é simples: participar. Pensar. Escolher com consciência. A democracia não se herda. Exerce-se. Hoje. Agora. Juntos. Portugal é de todos.
